artista
pesquisadora
educadora

Alessandra Stona

Alessandra Stona

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educadora
 

Bio

Autodidata com formação em Biologia, Arte-Educação, Tecnologias Contemporâneas e Medicina Tradicional Chinesa. A criação nasce dos fios — visíveis ou invisíveis — que entrelaçam texturas, cores e significados. O fio, símbolo ancestral do fazer manual, é o ponto de partida para uma linguagem sobre a complexidade do ser humano e seu entorno. Minha pesquisa mergulha nos sentimentos e na experiência humana: afeto, dinheiro, nascimento, lazer, prosperidade, comunicação, contemplação e todas as escolhas humanas. Cada decisão exige um esforço de homeostase — a capacidade de manter o equilíbrio interno diante das mudanças externas, por meio de mecanismos autorreguladores. O ambiente natural favorece este mecanismo e se torna fonte de inspiração de materiais, cores, formas, texturas que uno a elementos tecnológicos. Em paralelo, desenvolvo um inventário de fios. Os fios invisíveis ganham forma por meio da metalinguagem: desenhos, figuras geométricas e aquarelas que expressam vínculos e aflições humanas. Meu ateliê está situado na Serra da Mantiqueira, onde concentro exposições em centros culturais como o Parque Florestal, da Cerejeira, Capivari, o Museu da Lã em Campos do Jordão, além de participações na Arte Hub, em São Paulo. O olhar para a natureza, guiado por um viés ancestral, brota das raízes familiares vindas de terras frias, onde tradições têxteis se entrelaçaram às cores e formas da paisagem brasileira. A aproximação com os conceitos orientais inspira uma leitura voltada à busca de equilíbrio nas relações humanas, reconhecendo o entorno como moldura do estado interno.

Data de Nascimento: 11/02/1959

Origem: São Paulo, SP, Brasil

Cidade Atual: São Paulo, SP, Brasil

arte contemporânea
arte decolonial
ancestralidade
têxtil
espiritualidade
instalação