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Fernanda Salame

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Bio

Pintora autoral. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Pará (PPGD/UFPA), com enfoque em Estudos Críticos do Direito. Graduada no curso de Bacharelado em Direito pela mesma instituição. Venceu prêmio Destaque Iniciação Científica da Universidade Federal do Pará (2020). Premiada com a bolsa PIBIC-VERÃO e desenvolveu (2022), na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sob orientação do prof. Dr. Rafael Vieira (ESS/UFRJ) pesquisa voltada à crítica da violência e do progresso, bem como ao estudo de possibilidades de críticas de cunho estético-político. Foi bolsista PIBIC/FAPESPA (2019-2020), com o plano de trabalho intitulado "Direito e Narrativa: o potencial crítico da literatura para a reconstrução dos direitos humanos", sob orientação do professor Dr. Ricardo Araújo Dib Taxi (PPGD/UFPA). Coordena, em conjunto com o prof. Dr. Ricardo Dib Taxi, o Grupo de Pesquisa "Filosofia Crítica do Direito e Literatura" (2018 - atual); Vencedora em 1 lugar do 4 Distrito Naval do Prêmio "Operação Cisne Branco" promovido pela Marinha do Brasil (2017); Possui interesse nas áreas: Direito e Literatura; Teoria Crítica; Filosofia, Direito e Arte. No mestrado, associo arte e direito, propondo uma investigação pautada na teoria crítica benjaminiana, tendo como objetivo principal analisar criticamente a viabilidade de utilizar a arte vanguardista, especialmente por meio da estética das distorções, como ferramenta de crítica à suposta neutralidade do Direito e à sua concepção linear de progresso. A pesquisa fundamenta-se na perspectiva de Walter Benjamin sobre a imagem dialética, a reabilitação da alegoria e a capacidade da arte em denunciar o que foi silenciado. A hipótese sustenta que a arte vanguardista, embora não seja isenta de possíveis armadilhas burguesas, pode desvelar aspectos escamoteados pela linguagem jurídica, contribuindo para uma crítica mais profunda. Tendo em vista a urgência de repensar a linearidade do progresso no Direito, destaca-se a função emancipatória da Teoria Crítica e a necessidade de utilizar a linguagem artística para interpelar e fragilizar as estruturas instituídas. Os objetivos específicos abrangem a relação entre a teoria crítica benjaminiana e as vanguardas, a análise da estética das distorções, a interação entre linguagem artística e jurídica, e uma avaliação crítica dos limites da arte vanguardista. Desse modo, indaga se é possível utilizar a arte vanguardista como uma chave distinta de uma linguagem crítica na resistência contra as injustiças sociais, utilizando a arte como meio de transformação e intensificação da luta, apontando para a necessidade de repensar as formas tradicionais de crítica. Atualmente desenvolve leituras sobre Franz Kafka, Walter Benjamin, teorias literárias e estético-políticas.

Data de Nascimento: 17/11/2000

Origem: Belém, PA, Brasil

Cidade Atual: Belém, PA, Brasil

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